Bom, esta semana falarei sobre um grave problema que envolve a aparência.
Ser "zoado" por uma característica física é um problema muito sério e que pode deixar marcas pro resto da vida.
Quando falo em "ter estilo" significa antes de mais nada, "ser feliz e se aceitar como é", porém, como se aceitar se outras pessoas maldosas "se acham no direito" de zombar de você?
Primeiramente, vamos pensar um pouco: todos nós, seres humanos, temos características físicas das quais não gostamos e que gostaríamos de poder mudar, porém, não podemos esquecer que existem certos aspectos de nossa aparência que não podem ser corrigidos. Portanto, como eu vou falar do outro, se eu também tenho algo que não quero que comentem? Nesse momento temos que lembrar aquela velha frase clichê, porém muito verdadeira "devemos respeitar os outros se quisermos ser respeitados".
Por causa disso muitas pessoas sofrem com dietas, academias, distúrbios alimentares, gastam horas e muito dinheiro em salões de beleza para mudar o cabelo, só para serem aceitas. O que devemos lembrar é que devemos sim, fazer dietas de forma coerente e ir para salões para, única e exclusivamente, o NOSSO PRÓPRIO BEM ESTAR FÍSICO E EMOCIONAL. Por exemplo, meu cabelo é ondulado. Sempre falam pra eu fazer progressiva, mas eu nasci assim e gosto do meu cabelo como ele é, cada dia acordo com ele diferente, é divertido, as vezes irrita, mas sou eu. Só mudo a cor porque o branco, realmente me incomoda. Pintei o cabelo pela primeira vez aos 36 anos, porque os brancos estavam começando a me incomodar. Eu tenho uma amiga que não pode pintar o cabelo e tem os cabelos grisalhos, e ela é linda. A minha barriga me incomoda, mas como eu não tempo para frequentar academias, fico do jeito que estou e ainda faço piada disso com meus alunos.
Para finalizar este desabafo, saibam que eu já sofri muito na época da escola e hoje vejo meus filhos passando pelo mesmo problema e fico muito irritada como essa situação. Ninguém tem esse direito. Podemos sim olhar para as pessoas com um olhar crítico, afinal é humano fazer isso, mas não podemos ultrapassar o limite do respeito ao outro.